Os robôs te substituirão no trabalho?

Já estamos acostumados a ver robôs nas fábricas. Poucas pessoas têm medo se um robô é mesmo preciso ao executar uma operação, e a maioria das pessoas aprecia um quando executa uma tarefa simples para elas. Mas como essa nova revolução industrial afetará nossos empregos?

NOVO COLEGA: UM ROBÔ
De acordo com um novo estudo da Gartner, até 2025, cerca de um terço dos empregos serão preenchidos por robôs e software inteligente. Hoje já está claro que o trabalho puramente mecânico e automático é mais adequado para robôs - eles são precisos, incansáveis.

O mais interessante, no entanto, é um software inteligente que pode ser aplicado a fluxos de trabalho mais complexos. O software inteligente pode interromper o trabalho que está sendo realizado atualmente por uma pessoa que percebe estímulos com seus sentidos, depois os processa no cérebro e apresenta uma solução. O software inteligente pode fazer o mesmo.

O QUE UM SUPERNECÉFALO PODE FAZER?
Ele coleta dados via sensores e, em seguida, é capaz de avaliar o melhor progresso em si. Isso se chama computação cognitiva e, para não se enganar - o software não apenas avalia os dados, como também pode aprender com eles, e, portanto, pode melhorar constantemente, mesmo 24 horas por dia. Atualmente, as agências financeiras funcionam dessa maneira, cujos sistemas trabalham com enormes dados complexos que podem ser avaliados em tão pouco tempo que nenhum ser humano pode se aproximar.


O CARTEIRO E O GARÇOM SERÃO SUBSTITUÍDOS POR DRONES?

Outra coisa que provavelmente afetará significativamente o mercado de trabalho são os drones. Essas pequenas aeronaves, que são controladas remotamente ou completamente sem tripulação, podem substituir o trabalho de correios, pilotos, motoristas, garçons, além de inspetores e técnicos de serviço que precisam percorrer longas distâncias para realizar inspeções de rotina ou pequenos reparos.
Até metade das profissões pode ser ocupada por robôs

Ainda mais ousadas em suas previsões são os economistas Frey e Osborne, que afirmam no estudo "O futuro do emprego" que até 2030, até 47% dos empregos serão preenchidos por robôs. Sua tabela mostra que as pessoas empregadas em transporte, manufatura, serviços, administração e posições mais baixas no comércio estão em maior risco. 

Por outro lado, os autores veem a menor probabilidade de automação entre gerentes, financeiros, funcionários de TI, engenheiros, advogados e profissionais de saúde. 

MAS ROBÔS "NÃO TEM" CRIATIVIDADE
O que os autores da maioria dos estudos concordam é que a área em que os robôs estarão sempre atrás de nós por um longo tempo é a criatividade. Temos as mesmas informações como os robôs na entrada, mas com a ajuda da lógica e da inteligência, podemos transformá-las em uma solução nova, mais eficiente e inteligente.

As pessoas devem estar constantemente abertas a novas informações e habilidades, portanto. 

A EDUCAÇÃO DEVE MUDAR
Nos anos seguintes, serão criadas muitas profissões que ainda não foram ensinadas hoje e, ao contrário, muitas para as quais os alunos estão preparados não serão necessárias em alguns anos. Isso deve acompanhar a mudança no sistema escolar, que não deve ser apenas memorizar, porque os robôs serão sempre melhores. Os alunos devem aprender a pensar e tirar novas conclusões de qualquer coisa bem rapidamente.

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